Muitas pessoas ainda fazem muita confusão entre os termos “frequência” e “decibéis”. Mas acreditem: um pouco tem a ver com o outro. Enquanto a frequência de um som mostra o quanto ele é grave ou agudo, os decibéis indicam o volume.

Este último – decibéis – é uma importante referência para nossa saúde auditiva. De acordo com o valor dos decibéis (dB), conseguimos saber quando um som está muito alto para nossos ouvidos. Barulhos acima de 110 dB (a “pauleira” de um show de rock, por exemplo) podem provocar perdas auditivas irreparáveis em menos de 30 minutos.

Quando o ruído ultrapassa 160 dB (durante uma explosão de fogos de artifício a 1 metro de distância, por exemplo), ficar perto nem que seja por uma fração de segundo pode levar ao rompimento do tímpano.

Os graves, os agudos e o alto e bom som


Em um certo sentido, as ondas sonoras são como as ondas do mar: oscilam para cima e para baixo, em uma sucessão de picos e depressões. A frequência é uma grandeza mais abstrata que os decibéis. Ela indica o intervalo entre dois pontos altos (os picos) da onda.

A unidade de medida da frequência, o hertz (Hz), mostra quantas vezes a onda oscila por segundo. Quanto menor a distância entre os picos, maior é a frequência e mais agudo é o som.

Outra importante grandeza sonora é o volume, que indica algo muito parecido com a “altura” da onda, ou o tamanho de cada pico e de cada depressão.

A medida é simples: quanto mais “alta” a onda, maior o volume, maior a quantidade de decibéis (dB). Mas a escala dessa unidade não é linear: a cada três decibéis, a intensidade do som dobra.

Quer entender mais sobre essas grandezas sonoras? Vem bater um papo com a gente! A equipe da Alfibras está pronta para te ajudar.

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